DISCLOSURE / FILE
Caso Varig 1954, Envelope 02
Brazilian Air Force file compiling a 1954 Varig cargo flight crew's UFO sighting report alongside a chronological dossier of other Brazilian UAP cases from 1954 through 1968.
DISCLOSURE / FILE
Brazilian Air Force file compiling a 1954 Varig cargo flight crew's UFO sighting report alongside a chronological dossier of other Brazilian UAP cases from 1954 through 1968.
Brazilian Air Force file compiling a 1954 Varig cargo flight crew's UFO sighting report alongside a chronological dossier of other Brazilian UAP cases from 1954 through 1968.
On 6 August 1954, the Varig cargo aircraft prefix VBF, flying Porto Alegre to Rio de Janeiro under Commander Nagib, co-pilot Ruthilo, and radio telegraphist Raphael, logged a luminous object that paced the aircraft from off Guaratuba past Paranaguá, varying altitude, speed, and brightness before vanishing under a cloud layer at roughly 2,400 meters. The crew killed all aircraft lights and tried to vector a second aircraft (VBX) onto the target, which VBX could not see. Nagib diverted to São Paulo. The envelope sets the Varig report inside a longer FAB-curated chronology of Brazilian sightings, including the November 1954 Canoas Air Base depositions presented by Brigadier Gervásio Duncan, the January 1958 Trindade Island photograph from the Almirante Saldanha, and the September 1968 Itaipu beach and Morro do Vintém events.
Decolamos de PA às 17:17 hrs (local) com PLN aprovado 2100 mts.p.4
Variação de velocidade, / altura e luminosidade, sendo que a velocidade e altura bem intensas.p.4
apagamos todas as luzes de bordo e nos comunicamos com o VBX que vinha na altura de JV, o objeto não foi avistado pelo VBXp.4
A variação de luminosidade, altura e velocidade eram bem distintas e nos impressionou sobremaneira, resolvendo eu pousar S.Paulo.p.4
Em 17/Nov/954, o Exmo Sr B ig GERVÁSIO DUNCAN, Chefe do = EMAE, exibiu à imprensa, 16 depoimentos de oficiais da FAB, relatando aparecimento de discos voadores sôbre a Base Aérea de Canoas.p.1
Em 16 de janeiro de 1958, um elemento da Marinha de Guerra do Brasil, a bordo do navio escola Almirante Saldanha, fotografou um disco voador sôbre a ilha Trindade.p.1
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Em 17/Nov/954, o Exmo Sr B ig GERVÁSIO DUNCAN, Chefe do = EMAE, exibiu à imprensa, 16 depoimentos de oficiais da FAB, relatando aparecimento de discos voadores sôbre a Base Aérea de Canoas. Em 20/Nov/954, os repórteres fotográficos JOÃO MARTINS, e ED KEFAL, documentaram uma reportagem, com fotografias tiradas de um disco voador que apareceu na Barra da Tijuca. (O Cruzeiro) Em 16 de janeiro de 1958, um elemento da Marinha de Guerra do Brasil, a bordo do navio escola Almirante Saldanha, fotografou um disco voador sôbre a ilha Trindade. Em maio, dia 10, de 1965, o Convair-340, matrícula PP-YRA, decalando de São Paulo às 19:33 Hs (T) com destino a Londrina (PR) = tripulada pelo Comandante ORLANDO FERREIRA COSTA - Co-piloto UBIAZ - BRIGANTINI Fo e Rádio operador JOSÉ CARNEIRO FAVOR - foi acompanha- da desde o través de Itapetininga (SP) até Londrina, por um objeto = luminoso que mudava constantemente de rumo. Vôava ora na direção ora as esquerda da aeronave cortando a prôa desta. Quando se aproxima- vam ao Aeroporto de Londrina, o Cat. ORLANDO chamando a tôrre, pediu ao operador de serviço, 28 JAIME CORREIA, que observasse à área e o informasse caso encontrasse alguma anormalidade. O operador imediata- mente chamou a atenção do Comandante para o objeto luminoso que se = movimentava nas imediações do Aeroporto, declarando que não se trata- va de um avião. Em 24/Set/967, em Belo Horizonte - sêres de 2mts de altura- com roupas verdes colantes, semelhante a de mergulhadores, saíram de um objeto em forma de cogumelo, pousado em um campo de futebol, assus- tando até o pânico o jovem FÁBIO DINI. Fábio disse que os homens ti- nham dois olhos afastados, redondos e enalmados por sombracelhas e grossas e triangulares e suas roupas e narinas estavam protegidas = por um anteparo escuro e salientes. Cobrindo a base desse anteparo saia um tubo que descia pelo peito até o calcanhar direito, subindo por detrás até a nuca. Na cabeça uma antena. Na mão uma arma desco- nhecida. O disco tinha cêrca de 20 mts de diâmetro, uma fileira de vigas e uma parte triangular superior, fixa. FÁBIO correu à Polícia que com técnicos do (CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CIVIL DE CASOS AÉREOS, não identificados), filmou, fotografou e recolheu o material carbo- nizado para análise e constatou uma depressão no lugar onde o disco esteve pousado. O depoimento gravado permitiu restituição e retrato falado dos sêres. Em 10/Jul/968, em Fortaleza, o Dep JOSÉ SIMÕES, da Banco- da Estadual da ARENA- informou ontem à imprensa - que uma pessoa = muita amiga e de muita responsabilidade, lhe declarou que discos vo- adores estão descendo na serra dos Macacos na cidade de PEREIRO, on de até o fim da última semana, vinham sendo registrado alguns abo- les âmicos. O fato vem sendo constantemente observado e várias pes- soas já viram estranhos objetos aproximarem de Serra dos Macacos e afirmam que os discos voadores emitem um jato de luz de alto inven- sidade e em seguida pousam no solo. continua....
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-2- Em 20/Ag6/968, na cidade de Perbiro, interior cearense, voltou a ser iluminado sábado a noite por estranhos objetos que a população local afirmam serem discos voadores. Os objetos com aparência de bolas de fôgo, surgiram sôbre a cidade lançando fortes jatos de luz sôbre as casas, à semelhança de faróis de automóveis, apagando e acendendo = numa só direção. Os objetos foram vistos também pelo Prefeito local, Sr. JOÃO TERCEIRO e o Sr. GILVAN MEDEIROS - residente e técnico e tê- nico da "Fundação Para Assuntos Especiais" que lá se encontrava pa- ra pesquisar sôbre o assunto. Em 11/Set/968, o Procurador da Justiça Fluminense JOÃO ABUD, sua mulher, funcionária da Tesouraria da Segurança, digo de Fi- nanças do Estado do Rio, além de um casal e outras pessoas, corrobo- raram o testemunho do Prof. HILTON RIBEIRO, do Colégio Plínio Leite, e do casal de estudantes REGINA LÚCIA DE OLIVEIRA e JOSÉ CARLOS, que viram um disco voador na noite de domingo na praia de Itaipu em Nite- rói. O Prof e os estudantes estavam na praia, contemplando o mar, = quando depararam com a astronave, totalmente iluminada e emitindo ja- tos de luz alaranjadas e girando sôbre si própria como um pião trans- lúcido, sem tocar no solo e apenas a 2 mts do chão, sôbre a praia. = Os namorados, assustados com o aspecto do que tem visto pela TV, os Inva- sôres, abandonaram apressadamente o local posteriormente declarando- que tiveram mêdo de travar qualquer diálogo com os visitantes, cujas silhuetas vislumbraram através das paredes luminosas do disco. O = Prof. declarou que a nave tinha o tamanho de TV, emitia luzes colori- das, prevalecendo a alaranjada, permanecia parada sem tocar o chão, girando lentamente em tôrno de seu eixo. O Professor, aguardava o mo- mento de entrar em contacto com os ocupantes da nave, mas a mesma a- cabou ganhando altura e desaparecendo. O casal de estudantes disse- que o diretor tinha o aspecto do descrito por uma senhora residente em [ILLEGIBLE] por ocasião do desaparecimento dos dois rádios técnicos que foram encontrados mortos, com máscaras de chumbo nos olhos, no alto do morro do Urubú, quando tentavam entrar em contactos com sêres de outro planeta. (Os homens foram encontrados mortos), sem que se des- cobrise a causa. Na ocasião, a Sra acima referida e várias outras = pessoas, viram um clarão no céu e o objeto descrito como sendo um dis- co voador. Em 13/Set/968, à exemplo do que aconteceu no comêsso da se- mana na praia de Itaipu, voltou a aparecer um disco voador sôbre Ni- terói. O objeto foi fotografado quando pairava sôbre o morro do Vin- tém, mesmo local em que aparecera mortos, misteriosamente, dois rádio técnicos, encontrados com máscaras de chumbo nos olhos (?). O fotógra- fo que surpreendeu o disco voador, foi o Sr. ARI PEREIRA, levando i- mediatamente as fotos às autoridades fluminenses interessadas no as- sunto. Contínua.....
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DIA 6-8-54
O avião da VARIG, de prefixo VBF, executando vôo extra, cargueiro
de PA à RJ, composta da seguinte tripulação: Cmte Nagib; Co-piloto Ru-
thilo, Radio telegrafista Rafael, presenciou o que abaixo vai relatado:
Decolamos de PA às 17:17 hrs (local) com PLN aprovado 2100 mts. /
VD-1 FL 2250 FA ST 2100 VD-3 RJ. Após a passagem de FL (18:18 hrs lo-
cal), avistei forte luminosidade à esquerda da aeronave, que logo de-
sapareceu, não ligando eu ao fato.
Na altura de Guaratuba, avistei novamente forte luminosidade ain-
da a esquerda da aeronave, desaparecendo novamente. Após o través de
Paranaguá que se deu às 18:55 hrs (local), avistei novamente a mesma
luminosidade (aparentemente amarela) ainda a esquerda da aeronave, apro-
ximadamente 3000 mts entre minha aeronave e a VD-3. Chamei a atenção /
da tripulação e todos observamos o seguinte: Variação de velocidade, /
altura e luminosidade, sendo que a velocidade e altura bem intensas.
Ora estava á minha frente mais baixo, ora atrás mais alto, sempre a /
esquerda; apagamos todas as luzes de bordo e nos comunicamos com o VBX
que vinha na altura de JV, o objeto não foi avistado pelo VBX; transmi-
ti ao VBX todas as evoluções do objeto consistindo do seguinte: subida
vertical rápida, movimento para trás mantendo altura; após rápido ins-
tante surgia a minha frente mais baixo (sendo que a luminosidade era /
mais fraca, porém constante) o objeto não foi perdido de vista até a
posição Atlântico, quando penetramos abaixo de uma camada de AS (altura
aproximadamente 2400 mts) desaparecendo, e não sendo mais visto.
A variação de luminosidade, altura e velocidade eram bem distintas
e nos impressionou sobremaneira, resolvendo eu pousar S.Paulo.
O que aqui foi dito, foi observado pela tripulação. A forma do o-
beto não foi possível identificar; comparo olhando do Centro de Con-
trôle com uma luz de pista; quando mais tinha o formato de um balão.
Comandante Nagib
C.Piloto Ruthilo
Telegraf. RaphaelConcatenated page-by-page transcript. Born-digital pages came through pdf.js; scanned pages were transcribed by Claude vision OCR. Pages marked unreadable failed multiple OCR retries (heavy redaction, microfilm artifacts, or blank separators) and are kept in place for audit.
Em 17/Nov/954, o Exmo Sr B ig GERVÁSIO DUNCAN, Chefe do = EMAE, exibiu à imprensa, 16 depoimentos de oficiais da FAB, relatando aparecimento de discos voadores sôbre a Base Aérea de Canoas. Em 20/Nov/954, os repórteres fotográficos JOÃO MARTINS, e ED KEFAL, documentaram uma reportagem, com fotografias tiradas de um disco voador que apareceu na Barra da Tijuca. (O Cruzeiro) Em 16 de janeiro de 1958, um elemento da Marinha de Guerra do Brasil, a bordo do navio escola Almirante Saldanha, fotografou um disco voador sôbre a ilha Trindade. Em maio, dia 10, de 1965, o Convair-340, matrícula PP-YRA, decalando de São Paulo às 19:33 Hs (T) com destino a Londrina (PR) = tripulada pelo Comandante ORLANDO FERREIRA COSTA - Co-piloto UBIAZ - BRIGANTINI Fo e Rádio operador JOSÉ CARNEIRO FAVOR - foi acompanha- da desde o través de Itapetininga (SP) até Londrina, por um objeto = luminoso que mudava constantemente de rumo. Vôava ora na direção ora as esquerda da aeronave cortando a prôa desta. Quando se aproxima- vam ao Aeroporto de Londrina, o Cat. ORLANDO chamando a tôrre, pediu ao operador de serviço, 28 JAIME CORREIA, que observasse à área e o informasse caso encontrasse alguma anormalidade. O operador imediata- mente chamou a atenção do Comandante para o objeto luminoso que se = movimentava nas imediações do Aeroporto, declarando que não se trata- va de um avião. Em 24/Set/967, em Belo Horizonte - sêres de 2mts de altura- com roupas verdes colantes, semelhante a de mergulhadores, saíram de um objeto em forma de cogumelo, pousado em um campo de futebol, assus- tando até o pânico o jovem FÁBIO DINI. Fábio disse que os homens ti- nham dois olhos afastados, redondos e enalmados por sombracelhas e grossas e triangulares e suas roupas e narinas estavam protegidas = por um anteparo escuro e salientes. Cobrindo a base desse anteparo saia um tubo que descia pelo peito até o calcanhar direito, subindo por detrás até a nuca. Na cabeça uma antena. Na mão uma arma desco- nhecida. O disco tinha cêrca de 20 mts de diâmetro, uma fileira de vigas e uma parte triangular superior, fixa. FÁBIO correu à Polícia que com técnicos do (CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CIVIL DE CASOS AÉREOS, não identificados), filmou, fotografou e recolheu o material carbo- nizado para análise e constatou uma depressão no lugar onde o disco esteve pousado. O depoimento gravado permitiu restituição e retrato falado dos sêres. Em 10/Jul/968, em Fortaleza, o Dep JOSÉ SIMÕES, da Banco- da Estadual da ARENA- informou ontem à imprensa - que uma pessoa = muita amiga e de muita responsabilidade, lhe declarou que discos vo- adores estão descendo na serra dos Macacos na cidade de PEREIRO, on de até o fim da última semana, vinham sendo registrado alguns abo- les âmicos. O fato vem sendo constantemente observado e várias pes- soas já viram estranhos objetos aproximarem de Serra dos Macacos e afirmam que os discos voadores emitem um jato de luz de alto inven- sidade e em seguida pousam no solo. continua....
-2- Em 20/Ag6/968, na cidade de Perbiro, interior cearense, voltou a ser iluminado sábado a noite por estranhos objetos que a população local afirmam serem discos voadores. Os objetos com aparência de bolas de fôgo, surgiram sôbre a cidade lançando fortes jatos de luz sôbre as casas, à semelhança de faróis de automóveis, apagando e acendendo = numa só direção. Os objetos foram vistos também pelo Prefeito local, Sr. JOÃO TERCEIRO e o Sr. GILVAN MEDEIROS - residente e técnico e tê- nico da "Fundação Para Assuntos Especiais" que lá se encontrava pa- ra pesquisar sôbre o assunto. Em 11/Set/968, o Procurador da Justiça Fluminense JOÃO ABUD, sua mulher, funcionária da Tesouraria da Segurança, digo de Fi- nanças do Estado do Rio, além de um casal e outras pessoas, corrobo- raram o testemunho do Prof. HILTON RIBEIRO, do Colégio Plínio Leite, e do casal de estudantes REGINA LÚCIA DE OLIVEIRA e JOSÉ CARLOS, que viram um disco voador na noite de domingo na praia de Itaipu em Nite- rói. O Prof e os estudantes estavam na praia, contemplando o mar, = quando depararam com a astronave, totalmente iluminada e emitindo ja- tos de luz alaranjadas e girando sôbre si própria como um pião trans- lúcido, sem tocar no solo e apenas a 2 mts do chão, sôbre a praia. = Os namorados, assustados com o aspecto do que tem visto pela TV, os Inva- sôres, abandonaram apressadamente o local posteriormente declarando- que tiveram mêdo de travar qualquer diálogo com os visitantes, cujas silhuetas vislumbraram através das paredes luminosas do disco. O = Prof. declarou que a nave tinha o tamanho de TV, emitia luzes colori- das, prevalecendo a alaranjada, permanecia parada sem tocar o chão, girando lentamente em tôrno de seu eixo. O Professor, aguardava o mo- mento de entrar em contacto com os ocupantes da nave, mas a mesma a- cabou ganhando altura e desaparecendo. O casal de estudantes disse- que o diretor tinha o aspecto do descrito por uma senhora residente em [ILLEGIBLE] por ocasião do desaparecimento dos dois rádios técnicos que foram encontrados mortos, com máscaras de chumbo nos olhos, no alto do morro do Urubú, quando tentavam entrar em contactos com sêres de outro planeta. (Os homens foram encontrados mortos), sem que se des- cobrise a causa. Na ocasião, a Sra acima referida e várias outras = pessoas, viram um clarão no céu e o objeto descrito como sendo um dis- co voador. Em 13/Set/968, à exemplo do que aconteceu no comêsso da se- mana na praia de Itaipu, voltou a aparecer um disco voador sôbre Ni- terói. O objeto foi fotografado quando pairava sôbre o morro do Vin- tém, mesmo local em que aparecera mortos, misteriosamente, dois rádio técnicos, encontrados com máscaras de chumbo nos olhos (?). O fotógra- fo que surpreendeu o disco voador, foi o Sr. ARI PEREIRA, levando i- mediatamente as fotos às autoridades fluminenses interessadas no as- sunto. Contínua.....
O fotógrafo relatou que ao chegar na janela de seu apartamento para = fugir um pouco do calôr de seu quarto, foi surpreendido por estranha = luz colorida que surgira no céu. Depois de manter-se parado por alguns minutos, começou a deslocar-se a uma impressionante velocidade, per- correndo o espaço. Devido a forte luz que emitia, a foto foi obtida = com filtro amarelo. O Dr. Walter Buhner - Caixa Postal 17 - Largo do Machado, - Rio de Janeiro - é um estudioso do assunto e preside uma organização que examina e mantém catalogadas, diversas aparições. [ILLEGIBLE]
DIA 6-8-54
O avião da VARIG, de prefixo VBF, executando vôo extra, cargueiro
de PA à RJ, composta da seguinte tripulação: Cmte Nagib; Co-piloto Ru-
thilo, Radio telegrafista Rafael, presenciou o que abaixo vai relatado:
Decolamos de PA às 17:17 hrs (local) com PLN aprovado 2100 mts. /
VD-1 FL 2250 FA ST 2100 VD-3 RJ. Após a passagem de FL (18:18 hrs lo-
cal), avistei forte luminosidade à esquerda da aeronave, que logo de-
sapareceu, não ligando eu ao fato.
Na altura de Guaratuba, avistei novamente forte luminosidade ain-
da a esquerda da aeronave, desaparecendo novamente. Após o través de
Paranaguá que se deu às 18:55 hrs (local), avistei novamente a mesma
luminosidade (aparentemente amarela) ainda a esquerda da aeronave, apro-
ximadamente 3000 mts entre minha aeronave e a VD-3. Chamei a atenção /
da tripulação e todos observamos o seguinte: Variação de velocidade, /
altura e luminosidade, sendo que a velocidade e altura bem intensas.
Ora estava á minha frente mais baixo, ora atrás mais alto, sempre a /
esquerda; apagamos todas as luzes de bordo e nos comunicamos com o VBX
que vinha na altura de JV, o objeto não foi avistado pelo VBX; transmi-
ti ao VBX todas as evoluções do objeto consistindo do seguinte: subida
vertical rápida, movimento para trás mantendo altura; após rápido ins-
tante surgia a minha frente mais baixo (sendo que a luminosidade era /
mais fraca, porém constante) o objeto não foi perdido de vista até a
posição Atlântico, quando penetramos abaixo de uma camada de AS (altura
aproximadamente 2400 mts) desaparecendo, e não sendo mais visto.
A variação de luminosidade, altura e velocidade eram bem distintas
e nos impressionou sobremaneira, resolvendo eu pousar S.Paulo.
O que aqui foi dito, foi observado pela tripulação. A forma do o-
beto não foi possível identificar; comparo olhando do Centro de Con-
trôle com uma luz de pista; quando mais tinha o formato de um balão.
Comandante Nagib
C.Piloto Ruthilo
Telegraf. Raphael